

Redação Terra
No filme “Eu, robô”, estrelado por Will Smith, a convivência entre humanos e robôs de formato humanóide é algo bastante comum. Na ficção, o ano é 2035. Com olhos grandes e rosto branco, acaba de nascer um robô que antes só era realidade nos filmes de ficção científica. Seu nome é iCub e o projeto provém da união de universidades por toda a Europa e financiado pela União Européia. Aliás, existem seis versões do robô espalhadas por laboratórios em todo o Velho Continente.
Os cientistas trabalham para que o iCub tenha capacidade de realizar e compreender ações tipicamente humanas, como a habilidade de cooperar e entender o que as pessoas querem que façamos, um grande desafio, segundo os pesquisadores. O cérebro do robô tem capacidade de aprender semelhante à de uma criança. Essa, porém, não é a única semelhança. O iCub tem 1 metro de altura e possui formato humanóide, com tronco, braços e pernas. Além disso, seus olhos, enormes, seguem o movimento dos objetos.
O robô já se mostrou capaz de participar de jogos, perguntando, inclusive, se jogarão o de sempre ou se será algo novo. O interessante é que, após observar uma rodada da brincadeira, o iCub consegue aprender as regras e, assim, participar de qualquer jogo. Como afirmam os cientistas, o robô se adapta facilmente e será uma ferramente importante para analisar o funcionamento da mente humana.
O objetivo imediato é fazer com que o iCub possa ter aplicações práticas. Atualmente, ele pode ser usado nas aulas de fisioterapia dos hospitais para jogar com pacientes. A longo prazo, os planos são mais ousados. Melhorando sua tecnologia, poderemos encontrar o robô ajudando nas tarefas de casa, em atividades como limpar os móveis, cozinhar ou lavar o carro, por exemplo.
Robô motoqueiro